MOSTRA NAÇÃO CINECLUBE DOC.

NAÇÃO CINECLUBE DOC


Organizada pela Filmoteca Carlos Vieira a mostra apresenta um panorama geral da produção atual realizada nestes países ibero ibero americanos. A mostra foi organizada por Saskia Sá, Vice Presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros com apoio da FICC – Federação Internacional de Cineclubes.

SERVIÇO
MOSTRA NAÇÃO CINECLUBE DOC

DE 10 A 13 de MAIO de 2011 / 13H30

HOTEL GRAN ROCA
ATIBAIA / SÃO PAULO / BRASIL

ENTRADA FRANCA

Email: faia2011@cineclubes.org.br
Fone: 11.44024296

Confira os filmes programados para esta mostra:

COPA VIDIGAL
Duração: 75 minutos
Gênero: Documentário
Suporte de exibição: digital
Direção: Luciano Vidigal
Classificação: 12 anos

Sinopse: Cypa, professor de futebol da comunidade do Vidigal, resolve organizar um torneio de futebol para trazer a paz aquela comunidade.

OJÚ ONÁ
Duração: 25 minutos
Gênero: Documentário
Suporte de exibição: digital
Direção: Clementino Junior
Classificação: 12 anos
Sinopse: Memorial da experiência de Cineclubistas afrobrasileiros presentes na 28ª Jornada Nacional de Cineclubes em dezembro de 2010. Uma pluralidade de olhares que tem em comum a difusão audiovisual em prol da arte, educação e movimentos sociais, mostrando um panorama onde o negro pouco se via representado.

A ESTRADA SILVESTRE
Duração: 40 minutos
Gênero: Documentário
Suporte de exibição: Digital
Direção: Ricardo Sá
Classificação: Livre

Sinopse: “a estrada silvestre é um filme etnográfico, que descreve certos modo de produzir e festejar de comunidades tradicionais guarani, pomerana e quilombola do espírito santo”.

ARAL, EL MAR PERDIDO
Duração: 25 minutos
Gênero: Documentário
Suporte de exibição: digital
Direção: Isabel Coixet
Classificação: 12 anos

Sinopse: “Era uma mancha azul-cobalto no mapa pendurado na parede da sala de aula nas escolas antigas. Uma mancha que começou a ficar mais pequena. Mais pequena Mais pequena. Até que um dia era apenas uma sombra do que tinha sido. Eu perguntava-me o que tinha acontecido com o Mar de Aral. Com as praias. Com o peixe. As gaivotas. Os amantes que passeavam ao seu lado. O pôr-do-sol. As crianças que tinham aprendido a nadar desafiando as ondas. O seu som a quebrar contra o cais. E, escusado será dizer, os pescadores, as fábricas, os mercados de peixe, os portos, os barcos, a vida que nasce no mar e vive fora dele, o cheiro de salitre e de alcatrão… Saímos em busca da terra de Aral. Ou o que restava dele.”

%d blogueiros gostam disto: